Epitáfio
Aqui jaz… és… e será um dia.
Aqui jaz… és … e será o dia.
Aqui jaz… és… será?
Aqui jaz… és e afirmo. Aqui jaz.
Aqui jaz… és… e será um dia.
Aqui jaz… és … e será o dia.
Aqui jaz… és… será?
Aqui jaz… és e afirmo. Aqui jaz.
Não quero saber de suas noites escuras, sem luar
pois de amargura tenho o amor, a cantar
e por tentar iludir que não quero te amar
me martilho, enfim, a ti apedrejar.
Assim me odeio por a ti suspirar
palavras, sussurros e até solfejar.
Queria meu mundo com a sua visão
sonhar, corre e viver antemão.
Coitado de ti, que só sabes maldizer
ao mundo que não queres me amar.
Olha menino não quero enganar
mas em minhas noites refletem um luar.
Teus olhos não veem e não sabe enxergar
Por isso seu mundo corre atrás de um olhar.
Se dizes que não queres mesmo me amar.
Cala-te, e ponha-se, quieto, em seu lugar.
Moça formosa, tento lhe dizer
Que a dor do amor é a cegueira de poder ver
O meu triste mundo com a sua visão
Colorido e florido o que é podridão.
Canto ao vento a minha paixão
Pois ele te entrega e tu tenhas compaixão
de um romântico a não se calar
e por calunias e indiretas vai te amar.
E vivo a cantar que odeio.
Que te odeio
e me odeio
por assim cantar
essa mentira de não te amar.
“Disse a flor para o pequeno príncipe: é preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas.”
Antoine de Saint-Exupéry.
”O coração de uma mãe é um abismo profundo em cujo fundo você sempre encontra perdão.”
(Honoré de Balzac)


Ainda me lembro das canções…
(Source: theporkchopexpress)
Para o meu amigo Bill